Combinando a forte influência sofrida pela leitura dos textos do filósofo metafísico alemão Arthur Schopenhauer com a irresistível paixão sentida por Mathilde Wesendonck, esposa de seu mecenas, Richard Wagner concebeu, a partir de uma antiga lenda celta medieval, sua ópera Tristan und Isolde, a narrativa de uma tragédia nascida de um amor proibido, que não se realiza senão após a morte.